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terça-feira, 28 de outubro de 2008

PROJETO DE APRENDIZAGEM DE PSICOLOGIA


O trabalho de psicologia que estamos fazendo em grupo, estamos abordando a Amplitude da vida do idoso e nas inumeras pesquisas que tenho feito sobre o assunto encontrei uma reportagem muito interessante que fala justamente desta amplitude da vida do idoso e de como e importante que ele tenha acompanhamento médico para tratar de suas doenças decorrentes da idade para ter uma vida saudável e de qualidade.


Capacidade funcional: um novo paradigma em saúde
Embora a grande maioria dos idosos seja portadora de, pelo menos, uma doença crônica (Ramos et al., 1993), nem todos ficam limitados por essas doenças, e muitos levam vida perfeitamente normal, com as suas enfermidades controladas e expressa satisfação na vida. Um idoso com uma ou mais doenças crônicas pode ser considerado um idoso saudável, se comparado com um idoso com as mesmas doenças, porém sem controle destas, com seqüelas decorrentes e incapacidades associadas. Assim, o conceito clássico de saúde da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostra-se inadequado para descrever o universo de saúde dos idosos, já que a ausência de doenças é privilégio de poucos, e o completo bem-estar pode ser atingido por muitos, independentemente da presença ou não de doenças.
Na verdade, o que está em jogo na velhice é a autonomia, ou seja, a capacidade de determinar e executar seus próprios desígnios. Qualquer pessoa que chegue aos oitenta anos capaz de gerir sua própria vida e determinar quando, onde e como se darão suas as atividades de lazer, convívio social e trabalho (produção em algum nível) certamente será considerada uma pessoa saudável. Pouco importa saber que essa mesma pessoa é hipertensa, diabética, cardíaca e que toma remédio para depressão ­ infelizmente uma combinação bastante freqüente nessa idade. O importante é que, como resultante de um tratamento bem-sucedido, ela mantém sua autonomia, é feliz, integrada socialmente e, para todos os efeitos, uma pessoa idosa saudável.
Uma outra pessoa com a mesma idade e as mesmas doenças, porém sem controle destas, poderá apresentar um quadro completamente diferente. Inicialmente sob a influência da depressão, essa pessoa poderá apresentar uma progressiva reclusão social, com tendência ao sedentarismo, déficit cognitivo, perda de auto-estima e abandono de autocuidados. Paralelamente, o diabetes e o problema cardíaco, que de início não limitavam, passam a limitar fisicamente, agravando o problema mental e aumentando o risco para complicações cardiovasculares. Nesse momento a capacidade funcional encontra-se já bastante comprometida, com dependência física e mental para a realização de atividades da vida diária mais complexas, como, por exemplo, limpar a casa, fazer compras, cuidar das finanças. No momento seguinte, o advento de um acidente vascular cerebral ou infarto do miocárdio não fatais pode remeter essa pessoa para um novo patamar de dependência, no qual será necessário assistência continuada para a realização das atividades mais básicas da vida cotidiana, como comer, vestir, ou tomar banho. Eventualmente, o adequado tratamento dessas doenças pode reverter o quadro, mas não a ponto de retornar ao patamar inicial. Nesse caso, ninguém hesitaria em caracterizar essa pessoa como doente.

domingo, 21 de setembro de 2008

VIDA ADULTA


Segundo o Minidicionário Luft, adulto quer dizer: “1. Plenamente desenvolvido. 2. Pessoa que atingiu a idade madura. 3. Pessoa que chegou a maioridade legal.”
O princípio da vida adulta é ainda mais difícil de se estabelecer uma marcação de quando começa realmente. As mudanças não ocorrem em idades específicas, variando conforme o meio em que a pessoa vive e sua posição social. Ser Adulto significa ter independência e assumir a responsabilidade pelo seu projeto de vida. É ir assumindo cada vez mais responsabilidades e papéis diferentes na sua vida. Legalmente chega-se a idade adulta aos 21 anos, mas psicologicamente, penso que isto deve variar muito. O adulto situa-se atualmente numa sociedade de escolhas, decisões e projetos – projetos profissionais, de carreira, familiares, de orientação, inserção, formação, de reforma, entre outros.
A pessoa torna-se adulta, acredito realmente, quando a vida cobra dela um posicionamento, quando as responsabilidades vão surgindo e temos que assumi-las para não sermos atropelados por elas. Como já falei anteriormente depende de uma série de fatores, como por exemplo, de ter casado, de ter filhos, morar sozinho, ou com os pais, ter um trabalho que exija mais responsabilidades, etc.
Os maiores desafios da vida adulta acreditam que seja a "carga de responsabilidades impostas pela sociedade", pois quando se é adolescentes temos algumas responsabilidades, junto a nós nossos amigos e a sociedade como um todo, mas quando se é adolescente acredita-se que regras foram feitas para ser quebradas, responsabilidades só servem para nos deixar mais velhos e outras justificativas para não nos prendermos em responsabilidades.Na vida adulta nossas atitudes tem um reflexo muito maior no nosso futuro como em todas as ações que fazemos.
Na vida adulta pode se aprender pela experiência de outras pessoas, quando se tem paciência para ouvir, ou então, o jeito mais doloroso e eficaz no meu caso, é aprender com os erros, pois no processo de juntar os cacos e reconstruir a vida sempre acabo aprendendo e fazendo o possível para não cometer o mesmo erro novamente.

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

PSICOLOGIA DA VIDA ADULTA


Como é difícil pensar sobre a vida adulta e suas características, pois a partir do momento que se começa a estudar é difícil não se identificar e identificar as pessoas que nos cercam nas diferente etapas descritas por Erik Erikson. Acredito que o estudo da vida adulta vai ser ótimo para nos conhecermos melhor e trabalhar alguns aspectos da nossa vida, possivelmente conhecer melhor os pais de nossos alunos e os alunos de EJA.